sexta-feira, 28 de março de 2008

Vida


O prometido é o devido.


Este poema, foi-me dado a conhecer por alguém que respeito e gosto muito.
Por alguém, que me conhece e que me sente, que sabe o que sou e o que gosto.

E deste, definitivamente gosto.

“Posso ter defeitos, viver
Ansioso e ficar irritado algumas
Vezes, mas não me esqueço
De que a minha vida é a maior
Empresa do mundo, e posso
Evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale
A pena viver apesar de todos
Os desafios, incompreensões e
Períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima
Dos problemas e tornar-se num
Autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um
Oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada
Manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos
Próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um
“não”.
É ter segurança para receber
Uma critica,
Mesmo que injusta.
Pedras no Caminho?
Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo…”

(Autor Desconhecido)

Tenho ainda muito para aprender… Pedras, sempre as pedras… Obrigada Cláudia

5 comentários:

Júlia Moura Lopes disse...

O poema pode ser bonito, minha querida amiga, mas não é de Fernando Pessoa!!!

É preciso cuidado, há muita poesia na net atribuida a F.P que não édele. Este é um deles...Não é o estilo nem por sombras de Pessoa. Pode ter a certeza.

beijinho

sum disse...

Olá Júlia,
Se a Júlia diz que não é de F.P., eu acredito, não o saberia o distinguir pelo estilo, nunca.
No entanto, não foi pela internet que tivemos conhecimento dele e sim num artigo de uma revista.
Neste momento não a tenho comigo, porque me foi dada em fotocópia, mas 2ª feira vejo qual o nome. As correcções são sempre bem-vindas. Mais uma vez, obrigada pelo esclarecimento. Vou fazer a correcção no post.
Um beijinho

Júlia Moura Lopes disse...

Não é mesmo,Sum...

bjinho

av disse...

Sum,
Não, não é do Fernando Pessoa, embora tenha circulado por aí como sendo dele. Até já deixou em maus lençois uma figura conhecida que o utilizou como epígrafe num livro, e depois teve que se desdizer em público. Acredite, não é mesmo.
Um beijinho

sum disse...

Olá Ana e Júlia,
Acreditei à primeira, mas fico sempre um bocado indignada com este tipo de situações.
Eu nem chego a ser leiga, sou mesmo analfabeta no que diz respeito a literatura portuguesa, Língua Portuguêsa, línguas em geral.
Gosto do que gosto porque sim. Estou só atenta aquilo que me toca, o que infelizmente não chega para perceber estilos ou qualquer outra coisa.
Como tal sou obrigada a confiar no que vejo escrito e no que me dizem.
Neste caso, quem ficou mal fui eu.
A revista foi a Happy, de Abril 2008. - No Editorial escrito por Carla Ramos, Directora.
Fiz questão de mudar logo no blog para, autor desconhecido.
E sempre que vejam erros (até mesmo ortográficos) por favor digam que eu agradeço.
Um beijinho às duas e obrigada.