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sexta-feira, 27 de junho de 2014

O sorriso, esse, foi inevitável!


Já lá vão uns anos valentes.

O tempo passa rápido e deixa um rasto de recordações e emoções em forma de músicas, imagens, cheiros, cores, gestos, gargalhadas, palavras, paisagens e outros estímulos que neste momento não me vêm a cabeça, mas que quando são accionados libertam uma quantidade de sensações e sentimentos que arrepiam.

Às vezes deixo-me ir atrás desse rasto, ando para trás tanto quanto posso e devo e, percebo a importância que cada pessoa ou coisa tem na minha vida.

A intensidade das recordações é medida pela intensidade das emoções sentidas.

A balança entra em campo. Às vezes tenho de me forçar a abandonar o forward. A dor da felicidade vivida é grande demais e a saudade rebenta como fogo de artifício. Não sabemos se havemos de rir ou chorar, as emoções baralham-se na beleza brutal de cada momento revivido. Outras vezes dá prazer continuar e sentir o alívio de já não sentir dor nenhuma e encontrar na saudade o melhor dos sorrisos.

Assim quero lembrar, relembrar e “trilembrar”. Faz-me sorrir, chorar, sentir viva, faz-me ter vontade de continuar a angariar momentos que me façam vibrar. Percebo mesmo que cada sorriso dado angaria outros dois.

Hoje, em forma de música, surgiu um ano de desordens e reencontros. E atrás da música veio o mar, o sol, a areia, as conchas, a brisa de uma manha de verão à beira do mar, o vento de fim de tarde a bater na pele queimada do sol, o corpo leve sem roupa, a sombra de uma árvore, o cheiro do mar, das flores, figos acabadinhos de colher da árvore e tantas outras coisas… Tantas coisas boas! O sorriso, esse foi inevitável! 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Recordações


Hoje fui “obrigada” a rebuscar coisas que ainda estão lá atrás meio desarrumadas.

Digo desarrumadas, porque ainda não tive a coragem de lá ir arrumar, ver os estragos efectivos, pôr de pé as sobras, apanhar os cacos e deita-los fora. Às vezes prefiro fingir, tapar para não ver, passar de costas.
Ainda não me sinto preparada para abrir os olhos, ouvir e sentir, ainda sinto a terra movediça e traiçoeira.

A verdade é que tenho alguma dificuldade em enfrentar e aceitar as minhas perdas, em fazer o meu luto, em atirar para trás das costas sem qualquer problema, partes da minha vida que nunca mais voltarão. Luto até mais não, contra marés e ventos, para não perder os fios condutores da minha felicidade, do meu alinhamento emocional, da minha estabilidade e equilíbrio. De facto sinto que não fui educada para encerrar capítulos, fechar portas, por pontos finais, etc e tal e outras coisas que tenham a ver com Adeus, Até breve, Até logo. Até mesmo um simples Até Amanha me faz um calafrio na espinha. A verdade é que me custa acabar com qualquer coisa que seja na minha vida,  até os cremes das mãos com restos já rançosos e secos, praticamente no final do final ficam eternidades nas gavetas à espera de dias de convicção e coragem.

sábado, 11 de outubro de 2008

How do you feel now


Há quantos anos não ouvia esta música.

Quantas recordações!

How Do You Feel Now? - Barclay James Harvest

How do you feel now

"How do you feel now
We've got a reason to go on
Newly born
Seems like I've waited for a lifetime
But honey I believed in you

When I saw her face I had to cry
I don't know why
Is she real?
Seems like I've waited for a lifetime
But honey I believed in you
To make my dreams all come true
We've got a child

I tried and tried to talk it over
Seems like we'd waited a million years
Then you conceived our child was born
And we were one
Picked her up put her by your side
Saw a smile that you couldn't hide

I tried and tried to talk it over
Seems like we'd waited a million years
Then you conceived our child was born
And we were one
Picked her up put her by your side
Saw a smile that you couldn't hide

How do you feel now
We've got a reason to go on
Newly born
Seems like I've waited for a lifetime
But honey I believed in you
To make my dreams all come true
We've got a child "

(Barclay James Harvest)


segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Upsssss


E mais recentemente...

Como me fui esquecer!

E porque hoje é Segunda Feira


A música e a dança estão bem presentes na minha vida. Sempre estiveram.

Há sempre uma música, há sempre uma dança associada a cada momento meu.

Aqui ficam alguns que me fizeram cantar, dançar e principalmente sonhar.

Faltam os outros tantos: