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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Datas


Datas valem o que valem
Sim, datas, ano/mês/dia/hora.

Acontece que a nossa vida é gerida por elas.
A data da nascença, do baptizado, do primeiro dente, da primeira sopa, do primeiro encontro…
São datas, que marcam a nossa vida, são datas que comemoramos, são datas que choramos...

As datas são definitivamente importantes.

E eu não sou diferente.

A minha vida resume-se a um conjunto de datas que guardo ou não conforme o que representam.
As que não gosto não retenho, as que gosto guardo no calendário as outras não preciso guardar, fazem parte de mim e não abro mão de as comemorar como puder, mesmo que sozinha.



terça-feira, 4 de junho de 2013

A HORA CERTA



Há horas do dia que custam a passar.
Céus!
Tenho de dar a mão a palmatória. Saint Exupery tinha toda a razão quando dizia que o nosso coração começa a estar preparado um tempo antes de uma hora marcada:  

Se tu vens, por exemplo às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!.”

É uma frase que quase não se fala em comparação com as outras, mas é uma das mais emblemáticas para mim. Ela aplica-se a quase tudo o que vivemos.
O compasso de espera e a criação de expectativas tem um desfecho e dependendo deste desfecho “descobriremos o preço da felicidade!.”
É o preço que pagamos por tentar atingi-la.