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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Amar


"Nunca permita que um problema a ser resolvido se torne mais importante do que uma pessoa a ser amada." (Barbara Johnson)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Recebi uma carta


Hoje tive uma surpresa boa.

Uma surpresa porque recebi uma carta que não contava receber e boa porque não contava com o que ela tinha escrito, a forma e o que dizia.

Não contava que pudesse ser assim tão bom e importante ler tudo o que ela traz escrito.

Um dia, talvez consiga converter o que senti em palavras. Neste momento fiquei sem elas!

Foi mesmo uma surpresa boa.

E como não vou conseguir surpreender nem devolver o que senti, resta-me agradecer sem mais palavras.

Muito Obrigada Amiga.

E que fique bem claro que é recíproco.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A falta que me fazem


Ena, ena!!!! Já não se pode andar distraído por aqui!!

Não é meu costume, comentar os blogs dos outros, ou assim decisões de natureza blogosférica, mas francamente, uns acabarem e outros a fazerem pausas assim sem dar sinal… E ainda por cima terem-me apanhado numa altura em que nem tempo tenho tido para cá vir dar uma espreitadela… Não se faz!

Mike, não somos os únicos por aqui, que não… Continuamos a ter outros amigos. Que também é verdade!! Mas parece que nos temos de unir contra esta epidemia. Se apanhamos este vírus, estamos tramados!

Pois é com grande pena minha, que vejo alguns dos meus blogs preferidos neste estado.

Bem vistas as coisas, o homem, ou melhor eu uma mulher, sou um animal de hábitos e como tal quando me afeiçoo, me prendo, me habituo a um determinado registo, seja ele uma pessoa, um blog (que tem por trás uma pessoas), uma relação (que tem por trás uma forma de estar) ou outra coisa qualquer, é muito difícil muda-lo ou aceitar a mudança.

Tudo o que seja perder para mim é uma verdadeira tortura. Custa que se farta, para não dizer que sinto que me levam um bocadinho de mim.

Assim meninas Fugi e Júlia , apesar de perceber que lá terão as vossas razões, não deixo de reclamar o bocadinho de mim que falta.

Não sou como a Ana Vidal (que é muito querida e boazinha), que respeita estas decisões, que aceita com serenidade as mudanças e que ainda por cima consegue tirar ensinamentos, ver vantagens, contrapartidas e mais-valias, passando às próprias das “envolvidas” o conforto que elas precisam. Não, minhas amigas, esta aqui, não se conforma assim sem mais nem menos.

Ficam desde já a saber.

Apesar de tudo desejo à Júlia que volte depressa e à Fugi, que se vá manifestando e dando o ar da sua graça de uma forma ou de outra.

E para ti MAC, especialmente para ti, (sim porque também se aplica) se algum dia leres este post, ficas a saber que a parte de mim que foi contigo, foi grande, muito grande e que para a reconstruir vai dar um trabalhão. È difícil olhar para o lado e não te ver, não te ouvir, e não te sentir ali.

Amigas… Fazem-me falta!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Para a minha amiga do coração



Pelas coisas que já nos fizeram rir, pelas coisas que já nos fizeram chorar, pelas coisas que nos fizeram tremer, pelas coisas todas que já passamos juntas, e foram muitas, te dedico estas músicas:

Esta primeira, não pela sua letra, mas pelo seu ritmo , aquele que mantém a nossa amizade sempre viva



E esta, não pelo ritmo, nem pela letra mas pela musica que sei que gostas




Mas sendo tu especial, mereces mais do que duas simples musicas e por isso aqui vão dois poemas não meus claro que não sou poeta, mas que dizem tudo aquilo que eu gostaria de te poder dizer por palavras minhas.

A amizade

Ao contrário do que pensam os distraídos
(para não usar outro termo),
a amizade não é um self-service,
que se utiliza quando convém.
A amizade é exigente,
pede constante atenção ao outro.

Estão errados os que entendem
que ser amigo
é beber uns copos junto, trocar umas tretas.

A amizade só é devida
a quem a merece.

(2007 -POSTED BY TORQUATO DA LUZ )


Ter UM AMIGO

“Ter um amigo
é maravilhoso.

Ser amigo de alguém
ainda melhor;
é como recordar
e sentir o Sol a brilhar.

Um amigo é alguém
com quem se está bem.

Mas um amigo
é muito mais do que isso!
É alguém que pensa em ti
quando não estás aqui.

Nunca se está realmente só
quando se tem um amigo.

Amigo é uma palavra bonita.

É quase
a melhor palavra!”

Leif Kristiansson(Tradução de Sophia de Mello Breyner)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Natal VI


E agora, só para a Júlia ML, obrigada pelo lindo presente que me deu.





(Tardou, mas isso foi porque fiquei sem jeito :-))

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Natal II


No outro dia, uma amiga perguntou-me se eu punha o Menino Jesus no presépio antes do dia 25 de Dezembro.

Vai que respondi que em casa da minha Avó era assim que se fazia. Já eu não tinha muitas hipóteses porque o meu presépio era dos modernos, daqueles que o Menino Jesus e as suas palhinhas eram a mesma peça.

Assim um bocado a medo perguntou então como é que eu fazia com as palhinhas.

Devo ter ficado a olhar para ela com ar de marciano extraterrestre.

Então, rapidamente começou a contar a sua história.

Quando faziam o presépio todos em família e depois das rezas e cânticos habituais, comprometiam-se a fazer uma caminha fofinha para o Menino Jesus. A sua Mãe, contava que cada boa acção ou sacrifício se transformava numa palhinha e todos os finais do dia, até ao dia de Natal, e antes do jantar rezavam e entregavam as palhinhas do dia para a cama do Menino Jesus.

Tinham assim um momento de convívio e um momento de dádiva e reflexão.

Partilhavam as suas boas acções e histórias, riam-se juntos, choravam juntos, brincavam juntos e juntos se esforçavam por um mundo melhor e para que o Menino Jesus tivesse uma caminha digna, farfalhuda, fofinha e quentinha. Por pelo menos uns tempos, eram todos por um e um por todos.


quarta-feira, 30 de julho de 2008

Começar de Novo






"Começar de novo
E contar comigo
Vai valer a pena
Ter amanhecido
Ter me rebelado
Ter me debatido
Ter me machucado
Ter sobrevivido
Ter virado a mesa
Ter me conhecido
Ter virado o barco
Ter me socorrido
Começar de novo
E contar comigo
Vai valer a pena
Ter amanhecido
Sem as tuas garras
Sempre tão seguras
Sem o teu fantasma
Sem tua moldura
Sem tuas escoras
Sem o teu domínio
Sem tuas esporas
Sem o teu fascínio
Começar de novo
E contar comigo
Vai valer a pena
Ter amanhecido
Sem as tuas garras
Sempre tão seguras
Sem o teu fantasma
Sem tua moldura
Sem tuas escoras
Sem o teu domínio
Sem tuas esporas
Sem o teu fascínio
Começar de novo
E contar comigo
Vai valer a pena
Já ter te esquecido


(Simone)


Que Privilégio Júlia


Hoje não sabia o que escrever.

Os meus sentimentos estão um pouco confusos, talvez pela febre que me apanhou na semana passada e que ainda teima em aparecer.

Fui fazer a minha ronda blogosférica e comecei por onde quase sempre começo, o Privilégio dos Caminhos.

Se não tinha tema, fiquei com ele. O Privilégio dos Caminhos informou-me, assim de chofre, que tinham acabado os seus Caminhos.

Já são para lá de uns tantos os blogs que acabaram assim sem dar sinais e eu sinto-me sempre um bocadinho mais pobre.

Mas o Privilégio…! Assim… Confesso que fiquei parada, ainda uns bons minutos, com uma lágrima no canto do olho, sem acreditar no que estava a ler.

Eu sei e a Ana disse-o, que “O fim de um blogue não é o fim do mundo...”.

Claro que não é o fim do mundo, mas é o fim de um longo percurso que acompanhei, com gosto e com vontade, que me ajudou a crescer, que me ensinou quem era Clarice Lispector, que me deu um bocadinho das minhas poucas asas blogosféricas, quem me fez companhia. Quem me encorajou várias vezes, e quem me deu a maior das descomposturas blogosféricas, simpática e bem ao jeito de Júlia ML, que alguma vez apanhei.

Júlia a par com a Ana Vidal, nesse dia, ensinaram-me a não acreditar em tudo o que via na Internet e a não espetar qualquer coisinha no meu blog só porque sim.

Não gosto de despedidas e espero sinceramente que o fim deste blog, não seja o fim de uma amizade que já tinha começado a crescer.

Espero que ainda tenha alguns textos de Clarice L. para partilhar, ainda não me cansei de ler os outros.

E como diz a Ana, cá a esperamos com novos projectos, no entretanto será sempre muito bem-vinda aqui no meu cantinho.

Um Beijo Júlia Moura Lopes foi um grande Privilégio.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Para uma Grande Amiga


“É bom sonhar, mas melhor é viver os sonhos”.

Dizes isso com tanta certeza que me fazes acreditar que viver os sonhos, por si só nos torna felizes.

Que assim seja.

Gostava de ser como tu.

Gostava de me conseguir atirar para a vida com toda essa tua convicção.

Vivendo e aprendendo.

Muitos e muitos dias destes.

Bons Sonhos

Para ti esta musica

Cada Lugar Teu




“Sei de cor cada lugar teu
Atado em mim, a cada lugar meu
Tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
Tento esquecer a mágoa
Guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim, protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
Sem ter defesas que me façam falhar
Nesse lugar mais dentro
Onde só chega quem não tem medo de naufragar…”
Mafalda Veiga

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Sós quando Acompanhadas


Algures, num dos blogs que descobri, li qualquer coisa como:

“… Quantas vezes nos sentimos sós, mesmo quando estamos acompanhados? …”

Muitos dias sinto que estou sozinha mesmo quando estou acompanhada, que grito mas ninguém me ouve, que respiro sem que ninguém note, que estou isolada no meio de uma multidão, desacompanhada neste caminho da vida. Nestes dias somos menores, pequenas, inferiores, frágeis, fracas, indefesas… tristes…

Não sei porque acontece, nem quando, mas o facto é que acontece, e nestes dias o frio instala-se e primeiro que desapareça, é um ver se te avias. É preciso um auto controle grande, saber rir de nós próprios, ter muito sentido de humor, e uma vontade imensa de estar bem. É preciso ter coragem e avançar, ter orgulho e levantar o nariz, enfrentar com convicção, firmeza e confiança.

É preciso “pegar o touro pelos cornos” sem medo nem piedade.

Se nos deixamos ir sem lutar, perdemos tempo, e tempo nesta vida é tão importante como a própria vida. E não quero, porque não quero perder nem mais um segundo a ter pena de mim própria. A pensar o que os outros poderão ou não estar a pensar e a tirar conclusões que provavelmente ninguém se tirou dos seus cuidados para as tirar e que nós nem dormimos de tanta inquietação.

A este tipo de sentimentos, que hoje vejo pelas costas, o meu Adeus definitivo.