
Ontem chamei a felicidade e ela veio.
Passei por um dia perfeito e o mais engraçado é que nem pestanejei. Passei por ele como se não me desse conta mas dando. Sentia-me feliz.
Fui percebendo e aceitando com um grande sentimento de paz tudo o que me foi acontecendo.
Não houve expectativas, não houve desilusões, não houve euforias, não houve desordens. Tudo no seu lugar, tudo calmo.
Foi a primeira vez na minha vida, que eu me lembre, em que tudo o que é importante neste momento para mim se reuniu em harmonia e me proporcionou um dia como não tenho memoria.
Tenho memória de momentos de euforia louca, de alegria brutal, de felicidade inigualável, de paixão arrebatadora, de amor surpreendentes.
Mas não tenho memória de um dia calmo em que os momentos se sucederam uns a seguir aos outros e cada um melhor que o outro, formando um conjunto delicioso de momentos e acontecimentos que vão ficar para sempre na minha memoria.
Mas melhor mesmo, foi que ontem pensei nisto ou simplesmente chamei com toda a força que tinha. Um dia alguém me disse, e pelos vistos com muita razão, que quando queremos muito uma coisa e a pedimos ela acontece.
Não querendo fazer inveja, mas já fazendo, ontem tive:
Boa companhia, presentes de coração, boa musica (incluindo a que eu mais gosto), boa comida, boa bebida (incluindo uma imperial), tudo regado com muito bom astral, um pôr-do-sol (lindo por sinal e visto do principio ao fim), um abraço (que tinha faltado no pedido) e uma paz imensa.
Traduzindo em linguagem deste blog: coisas do alem, coisas boas, coisas lindas, coisas minhas que fazem as coisas (boas)da (minha) vida.