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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

CIAO


Ainda na sequência:

Ciao, pra quem não sabe, é corruptela da palavra schiavo (escravo).”

Fui ver!

A palavra ciao , (muitas vezes aportuguesada para tchau ou chau) é uma saudação informal italiana, podendo significar tanto "olá" como "até logo".
Originalmente da língua vêneta (com o significado de "escravo", pela corruptela da palavra "schiavo" como "s'ciào"), saudar com "ciao" significava dizer "sou seu escravo", correspondendo à saudação italiana "servo vostro" e à portuguesa “um seu criado”, fórmulas caídas em desuso, significando "estou ao seu inteiro dispor".
Esta saudação foi adoptada em italiano para posteriormente ser emprestada ao vocabulário de muitas línguas, como o português, o castelhano e o inglês, significando, todavia, apenas "até logo".

OK


Origem do Ok (segundo Millôr Fernandes)

Durante a Guerra de Secessão (que eu achava que era um erro de revisão), quando as tropas voltavam para o quartel sem nenhuma baixa, escrevia-se numa placa "0 Killed" (zero mortos). Daí surgiu a expressão O.K., para indicar que tudo estava bem.

domingo, 26 de julho de 2009

Desordem


Esta minha aversão a discussões, competições, rivalidades, jogos, estratégias, entre outras coisas que tais, faz parte de mim, provavelmente, desde que eu nasci.

Nem à macaca eu gostava de jogar por competição. De de cada vez que percebia que tinha alguém a querer medir forças, eu dava de bandeja. É mais forte que eu. Não sou, nunca fui nem serei melhor do que ninguém, e não gosto de me provar isso vezes sem conta. Não sou lutadora e costumo dizer que sou má perdedora, estes talvez tenham sido os meus grandes defeitos ou quiçá as minhas grandes virtudes, nesta vida.

Mas gosto de música e ela ajuda-me a passar estas desordens.

Gosto desta versão.

"An awesome performance of Sir Elton John, one of the most beautiful piece with a Symphonic Orchestra (Royal Opera House)"

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Olhei e Vi


310 posts.
Um ano e dois meses.
5471 Entradas sem contar com as minhas.
Media de 30 páginas lidas/dia e de 20 visitantes por dia.

Quando comecei este “diário digital”, nunca me passou pela cabeça que o conseguiria manter por tanto tempo e tão assiduamente actualizado. É um facto que me tornei uma dependente do computador, mas não me arrependo nem um bocadinho.

Tem sido divertido!

Já não é a primeira vez que sinto que escrever me faz bem, que me descrever a mim e ou aos meus sentimentos, me obriga a perceber os porquês da minha existência.

É também uma forma simpática de me ir conhecendo, de andar mais devagar no tempo e de dar algum valor ao que me rodeia.

Também já não é a primeira vez que menciono o meu famoso Diário. Aquele que me acompanhou em cada folha, em cada linha, em cada palavra, até ao dia em que me casei. Ou talvez um tempinho antes.

Nesse eu escrevia sem regra e sem cerimónias, o que fazia e o que não fazia, o que me ia na alma, no coração e na cabeça, com pressa e sem pressa. Não dava sequer para me tentar conhecer, tal era a intensidade dos disparates que escrevia.

Aqui a coisa é diferente.

Ao princípio não sabia minimamente o que estava a fazer, nem tão pouco o alcance de uma brincadeira destas. Não fazia a mais pálida das ideias que por dia podia ser lida por 2 pessoas quanto mais por média de 20. No entanto e com grande respeito pelos que me poderiam ler, tentei pelo menos não dar erros ortográficos e estruturar minimamente o meu raciocínio.

Mais uma vez desabafando. Nesta minha luta, quase diária de tentar escrever qualquer coisita que não me envergonhe, e que defina o meu estado de espírito, ou simplesmente o que me passa pela cabeça, os meus momentos, os meus sentimentos, as minhas musicas, os meus pensamentos, dei-me conta da minha falta de cultura geral e especifica, da minha falta de vocabulário, da minha falta de humor e capacidade de resposta, da minha falta de sentido estético, da minha falta de conhecimento literário e gramatical, da minha falta de sentido de oportunidade, etc, etc, etc. Mas todas estas coisas más têm tido uma boa contrapartida, tudo o que tenho aprendido ao longo deste ano, tudo o que tenho lido e tantas coisas bonitas, as pessoas excelentes que já conheci, enfim um mundo que se abre à minha frente pronto para ser desvendado e todo para mim.

O que quero, como quero, quando quero. Há coisa melhor?

Tudo isto tem sido uma surpresa. Começou pela primeira pagina, nunca pensei conseguir escreve-la. O meu esforço, a minha paciência, a minha perseverança, a minha vontade, a minha mudança, a minha atitude, a minha sensibilidade, a minha estrutura, a minha posição, o meu ser, etc.

Tem sido fantástico!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Quem fui


No blogue de Ana Vidal, Porta do Vento , fui levada pela curiosidade e dei comigo também a cuscar, quem fui eu na minha outra vida .

E descobri que:

Para alem de 4… “años y 139 días”
também nasci
“en juevesen un frío día de Invierno
Desde que naciste han pasado: 15845 días

Desde que naciste han pasado: 520 meses
Desde que naciste han pasado: 2263 semanas
Cumplirás años de nuevo dentro de: 226 días
Tu signo en el horóscopo chino: Serpiente
Tu signo del zodíaco: Acuario
Tu planeta: Saturno y Uranus
Tu color: Azul noche
Tu piedra: Amatista
Tu número base de nacimiento: 9
El significado de tu número base: 9
Eres una persona destinada a una continua búsqueda de mejoras, y podrías llegar a ser un gran innovador a escala social. Posees una visión muy amplia que te permitirá completar incluso los grandes proyectos que tienes en mente.”

E ainda:

"Diagnóstico de su vida pasada:

No sé si le parecerá bien o no, pero usted era males en su última encarnación terrena. usted nació en algún lugar del territorio que hoy es Ártico en torno al año 750. Su profesión era artista, músico, poeta o danzante litúrgico.

Un breve perfil psicológico de su vida pasada: :Usted era persona práctica y con sentido común, un materialista sin conciencia espiritual. Su sabiduría elemental ayudó a los débiles y a los pobres.

La lección que su vida pasada le ha dado para la encarnación actual :Debe desarrollar su talento para el amor, la felicidad y el entusiasmo, y debe distribuir esos sentimientos a todos los demás.
¿Recuerda ahora?"


Por aqui fiquei. Emoções de mais para um dia só…

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Valor, Contexto e Arte


Este post chamou-me a atenção.

Achei a maior das graças. Eu seria de certeza uma das pessoas que passaria sem olhar e sem prestar atenção à música, ao violino ou mesmo ao senhor artista.

Sou das pessoas que conheço, a mais observadora dos sentimentos humanos. Mas no que diz respeito a situações e outras coisas que tais não tenho a mais pequena capacidade de observação ou de captação e retenção de pormenores. Não decoro uma marca, uma matrícula, um corte de cabelo, a cor da camisola que a colega da frente trazia, a história contada, a conversa falada, a rua apontada, a placa da entrada, enfim, nada.

E como tal, esta situação passar-me-ia completamente ao lado, a menos que o senhor irradiasse algum tipo de sentimento ou comportamento que me chamasse a atenção.

Em Londres, quantas e quantas vezes me sentei no chão, em pleno “Covent Garden” a olhar alguns “cromos” que, com toda a convicção mostravam os seus dotes. E Eu olhava e tentava imaginar qual a motivação, quais os sentimentos que os levavam a fazer aquelas coisas. Sentia as suas tristezas, as suas alegrias, as suas euforias, enfim tentava avaliar os seus comportamentos através dos seus sentimentos. Enfim, EU…

Contra tudo aquilo que eu gostaria de ser. Esta é sem duvida uma parte de mim.

Valor, Contexto e Arte

RECEBI ESTE MAIL E ACHEI MUITO INTERESSANTE... PF LEIAM...

Durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, telemovel no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre "Valor, Contexto e Arte".

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

(Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo, sem etiqueta de marca.)"

O video da experiência



Publicada por RICARDO

sábado, 15 de setembro de 2007

Um Velho Índio


Um dia vi, li e gostei… achei que não havia verdade mais verdadeira.

É daquelas máximas que eu adoro, por serem tão simples e tão terrenas.

Um velho índio tentou descrever os seus conflitos internos da seguinte maneira:

“Dentro de mim existem dois cães, um deles é cruel e mau, o outro bondoso e meigo. Os dois estão sempre a brigar …”

Um dia perguntaram-lhe qual dos cães iria ganhar a briga. O sábio índio, parou, pensou e respondeu:

“ Aquele que eu alimentar…”

Não sei quem é o autor, mas é certamente um grande pensador.