quarta-feira, 2 de abril de 2008

Bochecha de rosa II


OU Assim

Bochecha de rosa

Quando te vejo na chegada
De cara rosada e bochecha molhada
Sei que o que esperas no meu ombro não é quase nada
Um leve odor
Um acalmar de um choro na serena pele que te rodeia

Quando te vejo partir
Ainda que a lágrima tombe sobre a rosácea da bochecha
E a pele se irrite na sua passagem
Longe vai a vontade
E muito mais longe
A suave calma do meu ombro


(Eu Antes de Mim)

A verdade é que:

Este foi através de mim, não sei se para mim!

Bonito como é, a mim pouco importa o que esteja escrito e para quem. A verdade é que este foi para mim ou melhor através de mim.

Será assim?

Gosto deste não ter medo.

Faz-me acreditar de novo que podemos e devemos dizer o que nos vai no coração e na alma, quando precisamos e queremos.

Faz-me acreditar de novo que podemos e gostamos de nos ver felizes por fazer os outros felizes.

Da mesma forma que te “levei a escrever”, da mesma forma que me “levas a acreditar”, que nesta vida há coisas boas que só precisamos é de aproveitar.

Pena tenho de que, coisas boas como estas não aconteçam todos os dias. Seriamos sempre felizes.


Obrigada porque sim.


Ah… E para ti: A lembrança do ser é muito melhor do que a lembrança do não ter.

2 comentários:

Júlia Moura Lopes disse...

Já Caeiro dizia, que mais valia acordar com alegria e pena do que acordar sem sensação nenhuma.

beijinho,

sum disse...

Sempre atenta.
Obrigada Júlia.
Um beijinho