terça-feira, 1 de abril de 2008

Bochecha de rosa I


Assim

Bochecha de rosa

Quando te vejo na chegada
De cara rosada e bochecha molhada
Sei que o que esperas no meu ombro não é quase nada
Um leve odor
Um acalmar de um choro na serena pele que te rodeia

Quando te vejo partir
Ainda que a lágrima tombe sobre a rosácea da bochecha
E a pele se irrite na sua passagem
Longe vai a vontade de um ombro
E muito mais longe
A suave calma do meu ombro

(
Eu Antes de Mim)

5 comentários:

av disse...

E quem é "Eu antes de mim", Sum?
Humm...
beijinho

sum disse...

Olá Ana,
Tem razão esqueci-me de por o link.
É para já.
É um grande amigo meu.
um beijinho

sum disse...

Já está.
E este foi para mim. Ou melhor atravez de mim!...
Bonito não é?
Um beijinho

av disse...

Eu estava a brincar consigo, Sum. Pensava que o poema era seu, por isso o "humm".
Um beijinho

sum disse...

Não faz mal eu entendi.
Daí ter posto o link.
Eu nunca iria conseguir escrever assim.
Sem problema.
Um beijinho