quarta-feira, 2 de julho de 2008

Doente de tristeza


A insensibilidade que me rodeia põe-me doente de tristeza.

E assim, eu estou doente de tristeza. Muito doente. Profundamente doente.

A insensibilidade, a indiferença, o desinteresse, a arrogância, a surdez, a recusa de comunicação visual, oral, ou outras, são atitudes de vida que eu não consigo conceber.

São atitudes que me agridem, que me fazem sofrer, que me magoam.

Não consigo conviver pacificamente com estas posturas. Fico mal comigo, fico mal com o mundo.

Eu sou emocional, fico sentida quando me fazem sentir menos eu, quando me tiram o que já estava conquistado, quando não entendo o porquê da situação, quando não há conversa, quando a comunicação se quebra, quando não há uma explicação, quando não há volta a dar, pelo menos visível.

(O “pedido” de afastamento foi entendido e será respeitado. Só não percebi a forma de o fazer. Talvez um dia)

2 comentários:

Júlia Moura Lopes disse...

amanhã é outro dia!

beijinho meu

sum disse...

Beijinho Júlia.