Mostrar mensagens com a etiqueta Um Poema Meu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Um Poema Meu. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Um sorriso por aquilo que hoje sou



Um sorriso por aquilo que hoje sou

Ontem olhei para a lua
Estava grande e brilhante
Pensei em ti
Pensei em nós
Lembrei-me do caminho que vi
E porque o segui
Hoje no escuro da noite
Senti o fardo que carrego
e vejo reflectidas no meu chão
Cada linha desenhada
Na palma da minha mão
Por cada uma que trago
Vai uma lágrima e um sorriso
Uma lágrima por tudo o que te dou
Um sorriso por aquilo que hoje sou
Não sei ver se são bons ou maus, se estão bem ou mal escritos, se tem rimas...
Também não sei explicar de onde surgiu a ideia, nem porquê.
Sei eventualmente que transbordou de um daqueles meus arremessos sentimentais.
Seja o que for olho para eles e nem consigo acreditar que fui eu que os escrevi. 
Hoje reli este e tal como o escrevi, tal como o senti agora. Há coisas que nunca passam.
Mas não é só na escrita que me consigo surpreender, acontece também quando percebo que não me consigo desfazer de alguns sentimentos que trago em mim desde "quase" sempre.
Há de facto coisas que nunca mudam e nunca deixam de existir e inclusivamente há algumas que se tornam mais consistentes. no matter what,

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Fim de um ciclo!


Nunca se sabe quando chega o fim a não ser quando ele chega na realidade.
Pois foi o que aconteceu. O ciclo fechou-se. Senti-o com todas as letras que compõem a palavra FIM.
Bateu-me uma tristeza profunda. Acho que é sempre assim quando alguma coisa acaba!

Um dia escrevi:

“Dentro de mim choro
Não a tua morte
Que não morreste em mim
Mas a morte de mim em ti”

Hoje escrevo:

"Dentro de mim choro
Não a minha morte em ti
Mas a tua morte dentro de mim
E é com toda a tristeza que me curvo
Diante da doce lembrança
Do que um dia foi…"

Esta sim, ficará para sempre.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Quando só ser não basta!

Consigo ficar surpreendida com o que escrevi. 
Li e gostei. 
Amanha não sei se vou gostar. 
E fui lá atrás novamente,
Quando o que era foi,
E descobri a solidão de um amor calado.
Fui caminhando lentamente
pela estrada do passado e vi,
Que eu só ser não bastava.
Eu era, mas para quem era, não era.
Hora errada.
Restou o que ainda sou,
E sempre serei
O que senti e dei.
Fica a serenidade
Do que fui,
E a clareza do que entreguei.
Cai agora a certeza,
De que sou e serei
Quis, quero e darei,
porque o que eu era,
Era e serei,
E o que dei ficou.
Ficou cravado na pedra.
(SUM)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sem Horizonte

O horizonte está longe
As pegadas apagam-se
abrindo caminhos desconhecidos
não programados
sem luz, sem cor, sem fogo
sem paixão

Saudades tenho eu
das estrelas e do sonho
da companhia das ondas
dos passos a meu lado
das palavras soltas
dos sorrisos que viraram histórias

Memorias tenho eu
E não sei o que lhes fazer
Se as guardo na alma
Perco-me de mim
Se as largo ao vento
Perco-me de ti
Se as deixo morrer
Morro também

segunda-feira, 19 de março de 2012

Vida


Apetece-te vai
queres parte
não perguntes
não hesites
segue a tua alma
segue os teus pensamentos
deixa-te levar

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Déjà vu!



Déjà vu!
Por momentos achei que o sofrimento me tinha caído aos pés de novo. 
Por momentos revivi! 
Por momentos a dor foi aguda!  
Pára tudo! Não, quero isto para mim!
Até sacudi a cabeça em sinal de chega para lá!
Há coisas que não vou querer sentir nunca mais na vida!
Chega o que doeu a cada minuto, chega o tempo que levou em ferida aberta. 
Agora não...
É tempo de contornar, de voltar a ver cor.
Só que não basta querer!
Existir e ser o que sou, é por si só o risco de voltar a sentir! 
Apagar! Fechar os olhos! Fechar-me dentro de mim! 
Tudo serve para não deixar entrar de novo tanta agonia!

Um Poema Pequenino

Dentro de mim choro
Não a tua morte
Que não morreste em mim
Mas a morte de mim em ti
(Sum)

sábado, 12 de novembro de 2011

Hoje


Que saudades que eu já tinha do meu cantinho! Tenho andado com vontade de escrever, de me entender com ele depois deste tempo todo, mas não tenho tido inspiração para as letras, ou melhor, nada que seja merecedor de uma reentrada à maneira.

É que, parecendo que não, já tenho uma certa obrigação para comigo mesmo e sinto-a bem pesada nos meus ombros.
Falta de habito? Sim, pode ser! 

O facto é que tenho expectativas! Tantas, que não estou a conseguir superar-las.

Por isso pensei e cheguei à conclusão de que mesmo sem estar com grandes inspirações e grandes feitos o que interessa é fazer e, todos nós sabemos que às vezes só custa mesmo começar!

Por isso lá vai e com um poema meu, já escrito há um tempo muito a medo.


Hoje
 
Hoje precisaste de mim,
Precisaste de uma mãe.
Hoje sei que precisaste,
De quem te quer bem.

Ouvi-te chamar,
Mas não te consegui responder,
Porque hoje sou berma e não caminho,
Corro ao teu lado, já não te guio.

Hoje, olho para ti,
E gosto de ti como ontem.
Hoje, sei respirar o tempo,
E arrancar o perfume de cada momento.

Hoje, oiço-te como sempre.
Abraço-te, mas não te prendo.
Hoje, dou-te a mão, dou-te o tempo,
Dou-te a força do vento.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Hoje



Hoje
Hoje precisaste de mim,
Precisaste de uma mãe
Hoje sei que precisaste
De quem te quer bem.

Ouvi-te chamar,
Não te consegui responder,
Porque hoje sou berma e não caminho
Corro ao teu lado,
Já não te guio.

Hoje, olho para ti
E gosto de ti como ontem,
Hoje sei respirar o tempo,
Arrancar o perfume de cada momento.

Hoje oiço-te como sempre.
Abraço-te mas não te prendo.
Dou-te a mão, dou-te o tempo,
Dou-te a força do vento.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

As minhas palavras Escritas


As minhas palavras escritas
Ficam frias na leitura
Delas não sai calor
Delas não sai emoção

As minhas palavras escritas não falam
Porque não têm entoação
Registam o momento
E são levadas pelo vento
Mal tocam no chão

Digo nas palavras
O que sinto no coração
Digo das palavras
O que me sai da razão
Mas as minhas palavras escritas não falam
Porque não têm entoação

quarta-feira, 27 de abril de 2011

És como eu


Enganas quem te passa pela frente
Mentes com alma
Quem te conheça como eu, ri
Quem não te sinta confia
Passas-te forte e com pulso
Vejo-te menino vulnerável
Tapas a luz que te ilumina
Apagando o que te engrandece
O frio é o teu trunfo
O desejo a tua perdição
Homem é assim!
Mas de fundo és como eu
Sorriso e lágrimas
Gosto de ti assim

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Obrigada


Para ti que desse lado atentamente me ouves
E que passo a passo estás.
Para ti que na sombra me acompanhas,
E que em silêncio me observas
Que sorris quando me espelho,
Que percebes o meu desassossego
Para ti que assistes aos meus gestos
E admiras as minhas palavras
Que nas minhas imagens
Vives a minha nostalgia
Para ti que danças cada musica que oiço
E sentes cada compasso
Que escutas cada nota
Mesmo as que não estão lá
Que sem rosto me amparas
E me abraças no tempo
Que sem passado foste
E sem futuro existes

Para ti, sonho meu
Que na minha fantasia és
E que na tua companhia
me deixas ser, Obrigada

terça-feira, 12 de abril de 2011

Primavera


Em jeito de menina mimada
Corro em volta da vida
Abraçando com força
Cada migalha dada

Estou como o tempo
Primavera é com certeza
Tão cheia de tudo
Tão intensamente cada coisa

Palavras cheias de cor
Alegres e sem rumo
Rolam em volta dos dias
Deixando no ar a frescura de serem.
Os gestos agora mais leves
Despidos de toda a vergonha
Rebentam com genica e ânsia de viver
Soltando desejos travessos
Que se espalham em ondas de calor.
Os passos, esses correm ligeiros
Engalanados pelo brilho dos dias maiores
Delicados levam provocação
Atrevidos trazem intenção
O olhar fica mais audaz
A voz mais tenaz
E tudo se junta em prazer
Num jogo de luz e ser
Numa dança de sombras sem igual.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Acima de tudo



Deve ser desta Lua enorme.
Não importa se é bom se é mau. Não importa se reflecte os pensamentos ou os sentimentos, não importa se as pessoas gostam ou não gostam, não importa se vêm ou não vêm, se o sentem ou não o sentem, se o lêem ou não. Importa que o escrevi sem olhar, sem emendar, sem pensar. Foi o que saiu. Amanha ou depois de amanha ou num destes dias, se ele sair daqui, é porque o reli e ele não me disse nada.

"Acima de tudo
O meu sonho
Por ele perco-me hoje
Como me perdi ontem

Acima de tudo
A minha loucura de te querer
Que me ensina a resistir
E congela o meu desejo
Só para não te perder

Acima de tudo
Quero guardar-te
Quero guardar-nos
Porque acima de tudo
Já não saberia viver sem sonhar"

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010